Como funciona o Monitor Processual
Do número CNJ à movimentação na sua tela: o caminho que cada processo faz dentro do monitor.
Uma fonte, todos os tribunais
Em vez de consultar o site de cada tribunal, o monitor fala com uma base só — e trata cada processo do jeito que ele precisa.
Fonte oficial
Os dados vêm do DataJud, a base pública do CNJ que reúne processos de tribunais de todo o país — não de diários ou sites individuais.
Frequência adaptativa
Cada processo tem seu próprio ritmo de consulta, que se ajusta à atividade. Processos parados não gastam consultas à toa.
Falhas não viram ruído
Se um tribunal não responde, o processo entra em espera progressiva em vez de martelar a API — e segue sendo acompanhado.
O ciclo de monitoramento
Você cadastra o número
Basta o número CNJ. O tribunal é identificado pelo próprio número — sem formulários por vara ou comarca.
A varredura encontra o que mudou
A cada poucos minutos o sistema verifica quais processos estão na hora de consultar e busca as atualizações no DataJud.
Movimentações viram sinais
Cada andamento entra na linha do tempo com data, código TPU e descrição — e dispara um alerta no painel.
Prazos e rotina
Você transforma movimentações em prazos com um clique e recebe lembretes diários do que está vencendo.
O que você vê no painel
Três visões do mesmo monitoramento: a linha do tempo do processo, os prazos da carteira e o portal que o seu cliente acessa.
12 set · TPU 219
Prolação de sentença
08 set · TPU 10651
Juntada de petição
02 set · TPU 970
Conclusos para decisão
Perguntas frequentes
De onde vêm os dados?
Do DataJud, a base de dados pública mantida pelo CNJ que centraliza processos dos tribunais brasileiros. O Monitor Processual consulta essa fonte oficial — não faz capturas em sites de tribunais nem depende de diários eletrônicos.
Com que frequência os processos são atualizados?
A frequência é adaptativa: cada processo tem seu próprio intervalo de consulta, ajustado conforme a atividade. Processos com movimentação recente são verificados com mais frequência; falhas de resposta do tribunal aumentam a espera gradualmente em vez de gerar erro.
E se um processo não for encontrado?
Ele fica marcado como “não encontrado” e continua sendo consultado. Alguns tribunais ainda não publicam todos os processos no DataJud — quando o processo aparecer na base, o monitoramento começa automaticamente.
O portal do cliente é seguro?
Sim. Cada processo gera um link público próprio, somente leitura, que pode ser revogado a qualquer momento. O cliente vê apenas a capa e as movimentações — nunca dados internos do escritório.
Preciso instalar alguma coisa?
Não. O Monitor Processual roda no navegador, em qualquer dispositivo — inclusive o portal que você compartilha com o cliente.